A importância do exame de Vitamina D

A importância do exame de Vitamina D

Conhecida por seu papel crucial para a saúde dos ossos e responsável por controlar 270 genes do corpo humano, a Vitamina D é, na verdade, um hormônio esteroide produzido pelo próprio organismo.

Os seus principais benefícios estão relacionados ao:

- Metabolismo ósseo, ou seja, formação e reabsorção óssea;

- Regulação da absorção de cálcio e fósforo pelo organismo;

- Força muscular;

- Fortalecimento do sistema imunológico;

- Controle das contrações do músculo do coração, fundamental para o bombeamento de sangue para o corpo.

A Vitamina D ganhou esse nome em 1922, por ter sido a quarta substância descoberta, após as vitaminas A, B e C.

Nessa época, acreditava-se que sua única fonte de obtenção era a alimentação. Somente na década de 1970 pesquisadores descobriram que o próprio corpo humano era capaz de produzi-la.

A Vitamina D pode ser obtida pelo organismo a partir de duas formas principais: alimentação e exposição solar.

Entre as fontes alimentares, destacam-se:

- Peixes gordurosos, como sardinha em conserva, salmão, atum e cavala;

- Alimentos como óleo de fígado de bacalhau, gema de ovo e cogumelos frescos e secos.

No entanto, a principal fonte de produção da vitamina é o sol, responsável por 80 a 90% do que os corpos humanos recebem.

Isso se deve à atuação dos raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da substância. Por isso, é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia.

Em casos de insuficiência da substância ou para fins de prevenção e tratamento de uma série de doenças, a Vitamina D também pode ser sintetizada em laboratório e administrada como suplemento.

A quantidade ideal de Vitamina D no corpo e a ingestão diária recomendada variam individualmente, segundo fatores como dieta, exposição ao sol e condições gerais de saúde de cada pessoa.

 

Por que o exame da vitamina D é importante?

 

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) aponta que a deficiência de Vitamina D é um problema de saúde mundial e o Brasil está inserido nesse cenário.

Diversos estudos associam a falta da substância ao aumento do risco de:

- Problemas cardíacos;

- Osteoporose;

- Gripes e resfriados;

- Diabetes tipo 1;

- Câncer;

- Doenças autoimunes, como esclerose múltipla.

Também de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, o diagnóstico correto da carência de Vitamina D pode colaborar com a elaboração de estratégias mais eficazes para o tratamento de populações de risco, como idosos e mulheres na pós-menopausa.

A recomendação dos especialistas é que a avaliação laboratorial seja realizada por meio da dosagem da 25-hidroxivitamina D ou 25(OH)D, também chamada de calcidiol. Este é considerado o melhor indicador para avaliar a concentração da Vitamina D no corpo.

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Fonte: Equipe de Comunicação

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