Sexagem Fetal: o que você precisa saber antes de realizar o exame

Sexagem Fetal: o que você precisa saber antes de realizar o exame

Descobrir o sexo do bebê é quase tão emocionante quanto receber a confirmação da gravidez. Muitos familiares esperam ansiosamente por esse resultado para dar início ao enxoval, escolha de nome e decoração do quarto que receberá o novo membro da família.

A forma mais simplificada de se obter essa informação é pela ultrassonografia ou exame de urina. Entretanto, a mãe deve esperar até o décimo quinto mês de gestação para poder realizar o exame de imagem a fim de descobrir o sexo do bebê. Além disso, o ultrassom não entrega resultados tão precisos e pode concluir de forma equivocada a informação. Por esse motivo, a sexagem fetal vem sendo tão recomendada por profissionais da obstetrícia.

A sexagem fetal pode ser realizada a partir da oitava semana de gestação e entrega resultados com 99% de precisão. A espera menor e a informação pontual é o que mais atrai os casais que estão providenciando as preparações para a chegada do bebê.

 

Conheça a sexagem fetal

 

O procedimento é realizado de forma simples a partir de um exame de sangue – um hemograma comum, sem necessidade de jejum. O teste busca encontrar cromossomos Y no sangue da mãe, onde:

• Feminino: XX;

• Masculino: XY.

O exame estabelece o sexo feminino quando a amostra revela ausência de cromossomo Y, e para o sexo masculino quando a amostra apresenta partes de cromossomo Y. Além do benefício de menos espera e maior precisão, o exame não oferece riscos para o bebê ou para a mãe. Seu valor atual está em torno de R$400 a R$700,00.

Apesar da taxa de erro ser elevada, o teste de urina também busca identificar o sexo do bebê. Seu valor é menor, porém, sua acurácia é muito inferior ao ultrassom e ao exame de sangue.

 

Casos especiais

 

Entenda como o exame de sexagem fetal ocorre em casos excepcionais.

• Gêmeos: caso a mãe esteja grávida de gêmeos, o exame ocorre igualmente ao da gestação regular. A diferença é que não se pode determinar o sexo de apenas um dos bebês, pois a sexagem identifica a presença de cromossomos na corrente sanguínea da mãe;

• Doença genética: se existir o risco de o bebê nascer com alguma doença genética – como a hemofilia, por exemplo, que impede a coagulação do sangue –, o médico pode solicitar a sexagem fetal. Isso acontece, pois, a doença está relacionada ao cromossomo, e os bebês meninos têm maior chance de nascerem com a condição.

• Síndrome de Down: apesar de identificar corretamente o sexo do bebê a fim de revelar as chances de desenvolvimento da doença, somente a sexagem fetal não é capaz de informar sobre a Síndrome de Down no bebê. Para isso, o recomendado é o NPIT, exame que revela o sexo da criança e ainda entrega informações sobre particularidades genéticas. O teste, realizado a partir de um exame de sangue comum, só pode ser feito a partir da décima semana de gestação e tem valor mais alto que a sexagem fetal regular.

Ficou com alguma dúvida? Então, entre em contato conosco pelo WhatsApp ou ligue (65) 3641-2333, para fazer sua pergunta!